
Como o novo sistema permite transferências rápidas e gratuitas a qualquer dia e horário, os estelionatários conseguem sacar ou movimentar o dinheiro rapidamente, reduzindo o tempo da vítima para perceber a cilada e pedir o cancelamento da operação. De acordo com Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da Febraban (federação Brasileira de Bancos), os cuidados que o cliente deverá ter na hora de fazer uma transação através do Pix são os mesmos que adota ao fazer qualquer transação. "Sempre é necessário checar os dados do recebedor da transação Pix (pagamento ou transferência), seja para uma pessoa ou um estabelecimento comercial", afirma.
Dicas para não cair em golpes com o Pix. Confira abaixo as dicas do Banco Central e de especialistas:
? Confira o remetente dos e-mails e não acesse páginas suspeitas, com endereços curtos ou com erros de digitação;
? Não clique em links recebidos por e-mail, WhatsApp, redes sociais ou por mensagens de SMS que direcionam o usuário a um suposto cadastro da chave do Pix;
? Cadastre chaves Pix apenas nos canais oficiais dos bancos, como o aplicativo bancário, internet banking, agências ou através de contato feito pelo cliente com a central de atendimento;
? Após o cadastro, o BC envia o código para confirmação da chave apenas por SMS (caso a chave cadastrada seja um celular) ou e-mail;
? Não compartilhe o código de verificação recebido no momento do cadastro da chave do Pix;
? Não faça cadastro a partir de um contato telefônico de um suposto empregado do banco;
? Dê preferência ao site do banco ou ao aplicativo;
? Não forneça senhas ou códigos de acesso fora do site do banco ou do aplicativo;
? Acesse apenas contas verificadas das instituições financeiras nas redes sociais;
? Em caso de suspeita, procure o seu gerente ou use os chats dos aplicativos para se informar;
? Não faça transferências para conhecidos sem confirmar pessoalmente ou por chamada telefônica, pois o contato da pessoa pode ter sido clonado ou falsificado.
Fonte: Economia Uol.